terça-feira, 24 de agosto de 2010

Pressinto (poema)

Por perceber estes pontos tão tênues, Um olhar triste, meu olhar,
Que inoscencia, pueril
Poeira nos móveis, esta é a minha roça
Minha terra, que tanta tristeza já me tomou, amor me deu,
Dádiva de ter-te e tens-me neste belo estar ligado ao coração.

E nestas linhas afirmo que soube me despedir, Pois um dia tive uma flor,
Com carinho, Lara, era um "beijo", quanto amor dei a ela, hoje ela cresceu mais do que eu esperava
E sabe falar meu nome, fala dela, das minhas paixões, sonha sonhos ocultos e desconhecidos.
Despedir-me dela foi mais que pontos tênues em suas "fraudinhas",
Foi ponto do meu coração no relance de uma necessidade.

Preparo-me, pressinto, e não impesso meu destino.
Pois a vida é tão simples,
Tão doce, tão proximo é minha roça, do meu amor, do meu coração.

César Felipe de Sousa

Solidão, pensamentos, a busca do perdão...


Até o próximo Post...

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